13 de dezembro de 2010

A Kra do Negócio

Branding, sua importância e valor

O Logotipo é tradução visual dos atributos relacionados a uma organização e seus produtos ou serviços oferecidos. E como tal, marca a empresa na mente de seus públicos. Esta associação Marca/Públicos é uma relação subjetiva e sensível de ser administrada. Contudo, por meio dela as organizações podem se destacar em mercados competitivos, conquistar, fidelizar e criar bases de relacionamentos com clientes.

Neste sentido, as empresas necessitam identificar quais são os valores que ela pretende expor e usar estrategicamente as ferramentas do Branding para associá-las às marcas. O desenvolvimento de uma imagem coerente com as ambições de uma organização pode se tornar um atrativo para clientes. E com o tempo, progredir a um grau de ativo intangível, ou seja, que vale dinheiro.

Grandes corporações possuem mais valor em suas marcas do que nos seus ativos fixos. A marca Google, por exemplo, em abril deste ano foi avaliada em mais de 114 bilhões de dólares. Conforme a consultoria Millward Brown Optimor, especialista em análise de marcas:


A pesquisa mostra o valor da marca em dólares e o quanto a percepção da marca cresceu em 2010 comparado com o estudo de 2009.



O Branding agrupa ações de inúmeras disciplinas:

  • Marketing - Entra com o planejamento e a pesquisa de informações estratégicas para a idealização do produto; 
  • Design - Decodifica essas informações e as expressa visualmente; 
  • Publicidade - Responsável por divulgar a personalidade e facilitar um conhecimento comum da marca/produto; 
  • Arquitetura - Como um forte elemento de experiência, tanto do ponto de venda, quanto no contato com os colaboradores e funcionários da empresa; 
  • Administração - Junto com suas subáreas têm a função de planejar, organizar, gerenciar e controlar o trabalho de seus funcionários e colaboradores.

Para esfriar e ilustrar um pouco este assunto, confiram o vídeo institucional da empresa norte americana Logomom, especializada em criar logotipos e toda uma política de branding e comunicação visual para empresas de outros segmentos.

7 de dezembro de 2010

Novas Experiências Online

Publicidade interativa potencializa as possibilidades de identificação das marcas com os seus públicos alvos

Não é novidade que na internet os usuários possuam voz ativa e sejam produtores e porta-vozes de diversas informações. O inédito vem por parte das empresas que começam a perceber as possibilidades de promoverem novos diálogos e esquentarem o relacionamento com os seus consumidores, por meio de ações de divulgação de seus produtos e serviços.

Uma das táticas que tem dado o que falar nos últimos tempos é a interatividade online. Por meio de informes publicitários, as empresas aproximam clientes e expressam melhor os seus atributos. Além, de contribuírem com momentos de entretenimento ao internauta que por sua vez, trabalha na divulgação gratuita de tal organização.

Para que esta estratégia seja eficiente é importante uma consistência sensível no planejamento e na execução de ações. Pois, os usuários podem até colaborar na divulgação de serviços e produtos, desde que se identifiquem por meio do dom da graça ou outra virtude encontrada em cada situação.

Ao clicar nos vídeos abaixo você será direcionado ao site do YouTube, onde cada história terá uma continuação.

A Hell – Rede de pizzarias neozelandesa criou uma divertida aventura no Youtube. O roteiro é montado aos poucos, conforme as decisões que o próprio espectador define. Pra quem gosta de uma ação/comédia meio trash é um prato cheio.




A Tipp-Ex – Marca de corretivo também fez um vídeo interativo exclusivo para o Youtube. O internauta participa, podendo escolher o que um caçador fará com um urso, atirar nele ou não?! Depois dessa escolha há uma pequena surpresa. Aliás, uma não, várias! Vale à pena assistir, interagir e rir muito em todo este processo.

6 de dezembro de 2010

Movimentos Rápidos

Flash Mobs em uma tradução ao pé da letra: mobilização relâmpago

Aglomerações instantâneas de pessoas em um local público para realizar uma ação previamente combinada com direito a uma dispersão rápida para causar impacto ao público privilegiado. Com nossa tecnologia atual, estes movimentos são organizados por meio de redes sociais, como já foi ilustrado pelos anúncios publicitários da Claro, operadora de celular.

Em terras brasileiras, esta onda começou em São Paulo com o movimento No Pants – “Sem Calças”, que vai pra sua 3º edição em combate a hegemonia dessas peças do vestuário na composição do visual.




É interessante salientar sobre o choque causado na opinião pública. Pois, realizado de maneira inteligente e bem planejado pode levantar bandeiras conceituais, fazer a propagação de uma marca ou filosofia de vida. Um bom exemplo disso foi o flashmob realizado no mês passado pela empresa alemã de telefonia móvel, a T-Mobile no aeroporto de Heathrow, em Londres. O tema da ação foi o retorno de pessoas queridas.




E por falar em temas, datas comemorativas como o Natal são alvos desse tipo de campanhas. Como o que ocorreu no ano passado neste mesmo período na Lexington Avenue, Manhattan - EUA. Onde um coro de sinetas de 13 membros realizou um acompanhamento inesperado para um tocador de sinos do Exército da Salvação.




Para saber mais a respeito desses movimentos, o perfil @flash_mobs no Twitter traz sempre novidades sobre as datas e locais desses eventos no Brasil afora e também dicas para participar, além de vídeos dos melhores Flash Mobs.

Caso alguma empresa ou grupo de amigos esteja interessado em bolar um flashmob por aí, pode contar comigo. Acho que futuramente seria uma ótima história para contar para meus netos. Além de que, deve ser muito prazeroso planejar uma ação desse formato. Só de pensar já fico feliz :D

5 de dezembro de 2010

Get Along Gang

Para a primeira postagem do meu Blog, achei interessante comentar a respeito de um assunto bem falado nos últimos tempos:  

A Geração Y

Conhecida também como Geração Millennials ou Geração da Internet, refere-se aos nascidos entre 1980 e 1999. Tais pessoas possuem características bem distintas das proles anteriores, devido a um histórico de uma criação sem grandes crises mundiais, guerras ou ditaduras. Desfrutaram de uma época de avanços tecnológicos e prosperidade econômica. Sempre foram incentivados a viverem em ação, sendo estimulados por atividades e inovações constantes.

No mercado de trabalho são profissionais que buscam ascensão rápida e retorno constante sobre o seu desempenho, além de flexibilidade de horários e soluções imediatas. São bem informados, questionadores e com sede de subir na carreira. Muitos desafiam lideranças e são considerados ansiosos, infiéis e insubordinados por indivíduos de outras gerações.

Em 2010 os participantes da Geração Y, começam a ingressar na casa dos 30 anos de idade. Assim, sociólogos e outros estudiosos especializados em comportamento passam a observar outras características desses jovens nesta fase de transição. Entre elas, estão mais conscientes de que para ocuparem um cargo de liderança nas organizações precisam de mais bagagem e uma dose extra de paciência.

O filme We All Want to Be Young da BOX1824, uma empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento e consumo, relata melhor o resultado de diversos estudos acerca dessa geração, realizado nos últimos 5 anos.